Um parque de referência internacional — tomógrafo, scanner intraoral, estação de planejamento e impressora — encadeados num só fluxo digital, do dado à guia impressa.
Escolhemos cada peça em função da próxima. O tomógrafo Saevo entrega um DICOM que o Implant Studio consegue ler com fidelidade. O Trios 3 exporta um STL que se sobrepõe ao volume tomográfico com precisão sub-milimétrica. A Form 3 materializa o planejamento com tolerância que a guia cirúrgica exige.
Nenhuma peça foi comprada por especificação isolada. Foi escolhida pelo que o encadeamento permite entregar ao consultório: previsibilidade. É o que muda quando o dentista abre a boca do paciente já sabendo exatamente onde a broca vai entrar.
O Saevo 3D Max CEPH é a linha topo da Alliage — fabricante brasileira homologada pela ANVISA (registro 10101130088) e com certificação europeia CE 2460 — e é a espinha dorsal do pipeline diagnóstico do CTO. Um único equipamento executa três modalidades — tomografia volumétrica, radiografia panorâmica e telerradiografia — sem que o paciente troque de sala, de posição ou de sessão entre exames complementares.
O detector de painel plano combinado à tecnologia proprietária V-Beam (Variable Cone Beam) — exclusiva da linha 3D Max — nos dá sete campos de visão calibrados para cada tipo de investigação: do FOV localizado de Ø5×5cm para um implante único, até o Ø16×21cm face total para planejamento ortognático. E, no modo UHD, entrega voxel isotrópico de 75μm — resolução de endodontia clínica.
Cada exame passa automaticamente pelos algoritmos PMC (correção de movimento do paciente) e MAR (redução de artefatos metálicos, três níveis) — o que significa menos repetição, menos dose e diagnóstico mais limpo mesmo em pacientes reabilitados com muito metal. O DICOM que sai daqui alimenta diretamente o Implant Studio na próxima estação do fluxo, sem retrabalho, sem exportação intermediária.
A tecnologia V-Beam permite escolher entre sensor SFOV (pequenos e médios) e MFOV (grandes) na mesma máquina. Menos dose quando o exame é local; mais volume quando o exame é panorâmico.
Tecnologia exclusiva Saevo: combina sensor SFOV e MFOV no mesmo equipamento. Sete campos de visão, do pontual ao crânio completo, sem trocar de máquina.
Algoritmo que corrige automaticamente a micromovimentação do paciente durante a captura. Menos exame repetido, menos dose desnecessária, mais acuidade diagnóstica.
Três níveis de processamento para corrigir artefatos de guta-percha, implantes e restaurações metálicas. Diagnóstico limpo mesmo em boca reabilitada, sem nova exposição.
Voxel isotrópico de 75μm a 400μm. Resolução de endodontia quando o caso é conduto radicular; volume amplo quando o caso é planejamento ortognático. A mesma máquina, dois extremos.
O Trios 3 é, por consenso do mercado, um dos scanners intraorais mais precisos do mundo — e a 3Shape, sua fabricante dinamarquesa, é a mesma empresa por trás do Implant Studio (a estação de planejamento da próxima seção). Isso não é coincidência: o STL do Trios 3 se sobrepõe ao DICOM tomográfico com precisão sub-milimétrica justamente porque as duas peças foram desenhadas para conversar.
Captura em RealColor — cores reais do dente e da gengiva, não uma aproximação monocromática — em alta velocidade, sem necessidade de pó ou spray de contraste. Isso não é conforto de brochura: é menos etapa, menos desconforto, menos artefato na moldagem digital. E a cor preservada importa para diagnóstico de trincas, decisão de shade protético e comunicação com o paciente.
O STL colorido substitui a moldagem convencional em quase todos os cenários odontológicos — sem a distorção física do alginato, sem envio de moldes ao laboratório, sem espera de dias. E, mais importante: o mesmo arquivo alimenta guias cirúrgicas, alinhadores ortodônticos, coroas, pontes e reabilitações protéticas complexas. Uma captura, várias aplicações.
Captura simultânea de geometria e cor — preserva a coloração natural do dente e da gengiva no arquivo. Diagnóstico de trincas, shade protético, comunicação clínica.
Zero preparação do dente: sem pó, sem spray, sem opacificante. Menos etapa, menos artefato, menos desconforto — e nenhum viés introduzido pela camada aplicada.
O escaneamento gera fotografias intraorais em alta definição durante a própria captura — documentação clínica automática, sem sessão fotográfica separada.
Saída em STL/PLY/DCM padrão — o arquivo trabalha com virtualmente qualquer software CAD dental do mercado. Sem vendor lock-in, sem conversão intermediária.
É onde o pipeline se converge. O CBCT da Saevo entra como volume ósseo (DICOM). O STL do Trios 3 entra como superfície mucosa. O Implant Studio faz a fusão automática das duas realidades — óssea e superficial — numa única cena tridimensional. O implantodontista, na tela, enxerga exatamente o que o paciente é.
A partir daí, o implante é posicionado virtualmente com precisão sub-milimétrica. O software carrega uma biblioteca ampla dos principais sistemas de implantes do mercado — Straumann, Neodent, Nobel Biocare, Zimmer, entre outros — o que significa que o planejamento respeita as tolerâncias reais do fabricante, não aproximações genéricas. O canal mandibular é detectado automaticamente, e o sistema alerta o clínico quando o posicionamento se aproxima de estruturas nobres: nervo alveolar inferior, seio maxilar, dente adjacente.
E o momento crucial: a guia cirúrgica é desenhada aqui, na mesma cena onde o implante foi planejado, e exportada como STL para a impressora Form 3 na próxima etapa. Suporta os três tipos de suporte — sobre dente, sobre osso e mucossuportada — e permite planejamento para cirurgia flapless quando indicado. Zero margem para interpretação entre planejamento e execução.
Registro automático entre a tomografia (osso) e o escaneamento intraoral (mucosa). Uma única cena 3D — óssea e superficial — sem retrabalho manual de alinhamento.
Suporte aos principais sistemas do mercado — Straumann, Neodent, Nobel Biocare, Zimmer e outros. Tolerâncias reais do fabricante, não aproximação genérica.
Traçado automático do nervo alveolar inferior e alertas de proximidade em tempo real. Segurança embutida no planejamento, não deixada à conferência visual do clínico.
Sobre dente, sobre osso ou mucossuportada. O software desenha a guia no próprio ambiente do planejamento — a mesma cena, o mesmo arquivo, direto para a Form 3.
A Formlabs é a referência mundial em impressão 3D odontológica, e a Form 3 é o modelo que fechou a conta entre qualidade profissional e viabilidade de mesa. A tecnologia proprietária LFS (Low Force Stereolithography) reduz as forças de descolamento durante a impressão — o que, na prática, se traduz em fidelidade de detalhe fino.
Isso importa porque a guia cirúrgica precisa encaixar em milímetros. Um cilindro guia mal impresso desloca a fresa. Um assento mal impresso desassenta a guia durante o ato. A Form 3 imprime na tolerância que a cirurgia exige.
Trabalhamos com resinas biocompatíveis certificadas para uso clínico intraoral — guias, splints, placas oclusais, biomodelos, protótipos de reabilitação. Tudo o que sai daqui pode ir direto para o paciente.
Esta é uma guia real, produzida pelo pipeline descrito nesta página. Multi-implante, com cilindros guias metálicos posicionados exatamente onde o planejamento determinou — nem meio grau desviado.
Ela existe porque cada estágio anterior fez sua parte: o tomógrafo entregou um DICOM íntegro, o scanner entregou um STL preciso, o software fez a fusão sem perda, e a impressora materializou a fusão com tolerância cirúrgica.
Sem hora marcada — chegue no horário que puder. Dentistas com casos de planejamento, fale conosco antes.